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- 30/10/2026
- redacao
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Após a tragédia provocada pela explosão de uma fábrica de fogos na cidade, em 1998, a produção clandestina passou a ser distribuída entre residências familiares e áreas rurais. Essa prática expõe as pessoas ao risco de explosões e de intoxicação ou contaminação por produtos químicos derivados da pólvora.
O MPT relata que, embora o réu Gilson Fróes Prazeres Bastos não componha formalmente o quadro societário de nenhuma empresa, ele continua se apresentando como empresário do ramo, inclusive em declarações à imprensa. Segundo o órgão, essa atuação ocorre por meio de empresas constituídas por familiares, como a Fogos São João, que tem a esposa dele como titular.
Justiça do Trabalho da Quinta Região na Bahia condenou Gilson Fróes Prazeres Bastos, Ana Cristina Sampaio Bastos Prazeres (Fogos São João), Itana Souza Pimentel, Railda Andrade Guedes Frois e Artesanato de Fogos Boa Vista ao pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos, além de multa de R$ 200 mil por descumprimento de cada ordem judicial estabelecida. Ainda cabe recurso da decisão.
A ação civil pública, proposta pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), apontou a fabricação, o armazenamento e a comercialização clandestina de fogos de artifício e explosivos em condições de grave risco à segurança dos trabalhadores e da população de Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo da Bahia.
Os réus, conforme o MPT, participavam da cadeia de produção de fogos de artifício de forma clandestina, sem as autorizações necessárias, colocando em risco a vida da população. O objetivo do processo é impedir a continuidade dessas atividades e indenizar a coletividade pelos danos causados.
Após a tragédia provocada pela explosão de uma fábrica de fogos na cidade, em 1998, a produção clandestina passou a ser distribuída entre residências familiares e áreas rurais. Essa prática expõe as pessoas ao risco de explosões e de intoxicação ou contaminação por produtos químicos derivados da pólvora.
O MPT relata que, embora o réu Gilson Fróes Prazeres Bastos não componha formalmente o quadro societário de nenhuma empresa, ele continua se apresentando como empresário do ramo, inclusive em declarações à imprensa. Segundo o órgão, essa atuação ocorre por meio de empresas constituídas por familiares, como a Fogos São João, que tem a esposa dele como titular.
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