SUSPEITA DE LEVAR MULHER A CLÍNICA DE ABORTO DIZ QUE GRÁVIDA MORREU NO LOCAL
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  • 17/09/2014 
  • redacao
Jandira desapareceu no dia 2 após sair para fazer um aborto (Foto: Reprodução/ Facebook)

Jandira desapareceu no dia 2 após sair para fazer um aborto
(Foto: Reprodução/ Facebook)

Uma mulher suspeita de envolvimento no desaparecimento da auxiliar administrativa Jandira Magdalena dos Santos, que sumiu no dia 26 de agosto após sair para fazer um aborto, disse para a polícia que a grávida morreu na clínica para onde foi levada. Vanuza Vais Baldacine se entregou para a polícia na noite da segunda-feira (15), e é apontada como a motorista que levava mulheres até uma casa onde o procedimento acontecia em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro.  Jandira tem 27 anos e estava com quase quatro meses de gravidez quando desapareceu.

Para a polícia, a suspeita disse que a grávida morreu na clínica e que não soube do paradeiro do corpo da jovem. Uma técnica de enfermagem, Rosemere Aparecida Ferreira, também foi presa e é acusada de liderar a clínica de aborto .Um casal também está preso – o homem porque era dono e alugava a casa onde o procedimento era realizado, e a mulher dele por atuar como recepcionista da clínica.

Carlos Augusto Graça de Oliveira, um falso médico que também é suspeito de envolvimento no caso, está foragido da polícia. Foi ele que teria atendido Jandira, e já foi preso em 2011 por exercício ilegal da profissão em uma clínica de aborto em outro bairro do Rio de Janeiro.

Um exame de DNA vai comparar os traços biológicos da mãe de Jandira, Maria Magdalena dos Santos, com um corpo carbonizado e desmembrado de uma mulher, que foi encontrado em Guaratiba no dia 27. O carro onde o corpo estava tem as mesmas características do Gol que Vanuza dirigia as clientes. (O Correio)