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- 08/11/2016
- redacao
O bombeiro militar Valdiógenes Almeida Cruz Junior, 45 anos, teve o pedido de prisão domiciliar negado, após matar a tiros sua mulher Sandra Denise Costa Alfonso, 40 anos, na escola onde ela trabalhava, no dia 13 de maio deste ano.O pedido foi feito pela defesa do bombeiro que alegou que Valdiógenes tem problema de saúde. Além disso, os advogados pediram a mudança da prisão preventiva para prisão domiciliar, com o argumento de que o local onde ele está custodiado não tem as condições necessárias para abrigá-lo.
Segundo o R7, a juíza negou a prisão domiciliar alegando que a prisão preventiva é necessária para garantia da ordem pública e determinou que o militar fosse transferido para o Centro de Observação Penal, em Mata Escura.
O processo contra o bombeiro está suspenso desde o dia 11 de julho, depois que a defesa ingressou com um pedido de instauração de “insanidade mental”. Segundo a polícia, o processo só volta a correr quando os exames forem feitos. O exame só foi agendado para o dia 21 de junho do próximo ano, porém, a juíza pediu que a direção do HCT (Hospital de Custódia e Tratamento) antecipe o procedimento.
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