“DILMA ME QUER NA COORDENAÇÃO POLÍTICA DO GOVERNO” DIZ WAGNER
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  • 17/12/2014 
  • redacao
O governador adiantou que terá uma reunião com Dilma em Brasília ainda esta semana, quando deverá saber o lugar que terá na Esplanada dos Ministérios

O governador adiantou que terá uma reunião com Dilma em Brasília ainda esta semana, quando deverá saber o lugar que terá na Esplanada dos Ministérios

 A 15 dias de deixar o cargo, o governador Jaques Wagner (PT) confirmou ontem que foi convocado pela presidente Dilma Rousseff para atuar na coordenação política do Palácio do Planalto em 2015 e que vai assumir um ministério, mas disse ainda não ter sido informado sobre qual será o cargo.

“A presidenta já me confirmou que me quer na coordenação política do governo, mas não fixou ministério. Tem se falado muito no das Comunicações, mas não foi oficializado nenhum convite”, afirmou Wagner, durante entrevista ao Bahia Meio Dia, telejornal da TV Bahia.

O governador adiantou que terá uma reunião com Dilma em Brasília ainda esta semana, quando deverá saber o lugar que terá na Esplanada dos Ministérios. O encontro pode ocorrer hoje, antes da ida de Dilma à Argentina, onde ocorre a 47ª Cúpula do Mercosul, ou amanhã, dia da cerimônia de diplomação do segundo mandato da presidente.

Desde o fim do segundo turno, Wagner está no centro das especulações sobre a montagem do alto escalão para o segundo mandato de Dilma.  Entre os ministérios para os quais Wagner esteve cotado nos bastidores do Planalto, destacam-se Casa Civil, Relações Institucionais e Cidades, todos descartados anteriormente por Wagner.

Na entrevista aos apresentadores Silvana Freire e Fernando Sodake, o governador ainda fez um balanço de sua gestão. Sobre as duas áreas que concentraram grande parte das críticas durante os oito anos de gestão petista no estado – saúde e segurança -, Wagner defendeu seu legado.

“Incorporamos 18 mil novos policiais e colhemos o primeiro fruto ano passado: uma queda de 8% no número de homicídios. Hoje, praticamente, todos os chefes do crime ou morreram em confronto com a polícia ou estão deslocados para presídios de alta segurança fora do estado”, disse.

Sobre as queixas relativas ao SUS, o governador destacou a construção de cinco hospitais e programas como o Saúde em Movimento. “Mas tudo que se faz em saúde é sempre pouco. Ainda está faltando muito”, afirmou. (Fonte: Correio)